“E tremam d'ouvi-los
Pior que o sibilo
Das setas ligeiras,
Pior que o trovão.”
Pior que o sibilo
Das setas ligeiras,
Pior que o trovão.”
Não sei direito explicar o Reggae. Nem sei exatamente como ele surgiu.
Poderia dizer que conheço bem a História de Bob Marley, mas isso também não me ajudaria em explicar a forma com que eu sinto e visualizo a filosofia Reggae.
Filosofia?!
Sim. Uma filosofia.
A filosofia reggae é definida por um tipo de sujeito muito simples, porém muito interessante. Por isso que explicá-la torna-se uma tarefa tão difícil e tão prazerosa ao mesmo tempo.
O REGUEIRO
Eles são politizados e ecologicamente corretos, tem muita fé em suas crenças e através dessas crenças guiam suas vidas.
Tudo bem... eu sou um desses malditos garotos do Reggae. Mas o que me diferencia de ser simplesmente mais um jovem querendo, por algum motivo, se rotular?
A diferença meus amigos, é como eu já disse antes. O reggae não é simplesmente um estilo musical é uma forma de filosofar. Por isso se diz que os regueiros são grandes filósofos. Ser do Reggae não explica as roupas que eu uso ou muito menos as músicas que eu escuto. Ser um Regueiro não é simplesmente sair por aí vestindo verde, amarelo e vermelho. O Reggae é uma cultura, uma realidade e significa o tipo de pessoa que nós somos. Não somos melhores nem piores do que ninguém. Somos, acreditem ou não, bem diferentes.